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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Carência Humana



A onda do momento agora é Rede Social! Todos estão conectados ao Orkut, Twiter  , Facebook, etc, sei lá quantas mais existem hoje... Mais e mais o individuo quer se comunicar, se fazer ouvir, expressar sua opinião, seus gostos, seus desejos, anseios, e encontra nas redes sociais o melhor caminho.


Nas redes sociais temos dezenas, centenas, milhares de amigos, somos curtidos, seguidos e tantos outros termos que designam um comportamento de carinho por nós. Esta quantidade de pessoas ligadas a nós pela rede social nos causa uma sensação de saciedade emocional, um prazer...

O que me pergunto é: Quantos daqueles milhares de seguidores, realmente sabem como me sinto em relação à vida? Quantos deles sabem daquilo que gosto, que preciso? Por quantos eu sinto real afinidade e desejo de amizade?
Com quantos eu já tive uma conversa franca e sincera? Com quantos posso contar em caso de necessidade? Quantos poderiam me ouvir num momento de desespero ou tristeza?

Você já se fez esta pergunta alguma vez? Ou a pergunta deveria ser outra: Porque sinto esta vontade de me comunicar com quem não gosta de mim como eu preciso??

Tenho visto alguns casos de pessoas carentes de afeto, amor, carinho, amizade, etc, que vêem nas redes sociais um refugio para tentar esquecer está angústia em que vivem. Os motivos podem ser diversos: falta de amor dos pais, falta de amor pelos pais, falta de amigos, vizinhos, vergonha, medo, enfim uma lista sem tamanho e definição.
Crianças com 5 ou 10 anos já procuram as redes porque não tem este suprimento emocional em casa, os pais com a desculpa do tempo ou trabalho deixam de lado o dever junto aos filhos de dá-los amor e afeto. Claro que nem sempre são estes os motivos, tanto dos pais quanto dos filhos para a carência, mas vejo estas como as mais comuns.

Não tenho a solução para este problema, mas posso sugerir uma atitude que talvez ajude a encontrarmos aquilo que poderá nos abrandar a alma: Um pouco de oração! Isso mesmo, um pouco de oração sincera e verdadeira, deixar Deus entrar em sua vida o levará para o real sentido do amor.

Não importa sua crença ou religião, Deus é sempre o mesmo pai amoroso e bondoso, que nunca deixa seus filhos a mercê da própria sorte, somos nós que tentamos esquecê-lo e o ignoramos, mas nosso coração não pode ser enganado, ele trás este sentimento de vazio mesmo com nossa lista de “amigos” lotada.

Deus está em nós, por isso não podemos ignorar este fato por muito tempo, cedo ou tarde acordaremos e veremos que somente Ele poderá saciar nosso espírito com o amor!

Espero ter conseguido expressar minha idéia, um forte abraço a todos.
Que a paz do Cristo esteja convosco!

Autor: Anderson Deula

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Pais e Filhos

Refletindo um pouco sobre o tema “Pais e Filhos” me apeguei a uma parte comum nos dias de hoje, o tratamento entre pais e filhos.


Como assim!? Tenho visto alguns pais que resolvem deixar os filhos de lado, para buscar sua felicidade.  Esta situação tem me deixado muito pensativo nos últimos meses. Como um pai ou uma mãe consegue simplesmente deixar o filho para escanteio? E ainda usar a desculpa “estou procurando a minha felicidade”??


Mas a graça concedida por Deus de ter um filho, não é uma felicidade? Não deveria ser está a maior felicidade do ser humano?


Não quero com este pensamento julgar os atos de qualquer um que seja, quero mostrar o detalhe que todos esquecem: a criança, filho sempre será uma criança. Esta criança passa a ser um incomodo aos pais quando estes resolver mudar de companheiro(a).


Qual a dificuldade de conciliar o amor pelos filhos e companheiros? Até aquele momento a pessoa estava fingindo amor paternal ou simplesmente deixou de amar??


Estes pensamentos me vieram a mente ao ler um texto antigo já, A Tigela de Madeira, que nos leva a uma reflexão dolorosa e ao mesmo tempo edificante sobre a velhice e o comportamento das pessoas.


Em conversa com uma amiga dias atrás, foi falado sobre os pais deixados em asilos e esquecidos pelos filhos e família, e a reflexão nos trouxe a este ângulo de visão: Como estes pais trataram seus filhos no passado...


Claro que nada justifica o abandono nem a lei de talião, mas cada ação gera uma reação!


Deixamos aqui o convite para que todos revejam suas atitudes e pensem como querem ser tratados pelos que estão a sua volta.






Que a luz do Cristo possa abrir nossos horizontes e nosso coração!


Um Forte abraço a todos!