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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Mãe, Estou Aqui! Revista Espírita


Mãe, Estou Aqui! Revista Espírita

Evocações particulares - Mãe, estou aqui!

Revista Espírita, janeiro de 1858

A senhora X havia perdido, há alguns meses, sua filha única, de catorze anos de idade, objeto de toda a sua ternura, e muito digna de seus lamentos pelas qualidades que prometiam fazer, dela, uma mulher perfeita. Essa jovem pessoa havia sucumbido a uma longa e dolorosa doença. A mãe, inconsolável com essa perda, via, dia a dia, sua saúde alterar-se, e repetia, sem cessar, que iria logo juntar-se com sua filha. Instruída quanto à possibilidade de se comunicar com os seres de além-túmulo, a senhora X resolveu procurar, em uma conversa com a sua criança, um alívio para sua pena.
Uma dama de seu conhecimento era médium, mas, pouco experimentadas, uma e outra, para semelhantes evocações, sobretudo, em uma circunstância tão solene, me convida para assistir. Não éramos senão três: A mãe, a médium e eu. Eis o resultado dessa primeira sessão.

a mãe. Em nome de Deus Todo-Poderoso, Espírito de Julie X, minha filha querida, eu te peço vir se Deus o permite.
julie. Mãe! Eu estou aqui.
a mãe. É mesmo tu, minha criança, quem me responde? Como posso saber que és tu?
julie. Lili.
(Era um pequeno nome familiar dado à jovem, em sua infância; não era conhecido nem pelo médium nem por mim, já que, desde vários anos, não a chamava senão pelo seu nome de Julie. A esse sinal, a identidade era evidente; a mãe, não podendo dominar sua emoção, explode em soluços).

julie. Mãe! Por que se afligir? Sou feliz; bem feliz; não sofro mais e te vejo sempre.
a mãe. Mas eu não te vejo. Onde estás?
julie. Aí; ao lado de ti, minha mão sobre a senhora Y (a médium) para fazer com que escreva, o que te digo. Veja minha escrita. (A escrita era, com efeito, a da sua filha.)

a mãe. Tu dizes: minha mão; tens, pois, um corpo?
julie. Não tenho mais esse corpo que me fazia sofrer; mas tenho dele a aparência. Não estás contente, que eu não sofra mais, uma vez que posso conversar contigo?
a mãe. Se eu te visse, pois, te reconheceria?
julie. Sim, sem dúvida, e tu já me tens visto, freqüentemente, em teus sonhos.
a mãe. Eu te revi, com efeito, em meus sonhos, mas, acreditei que era um efeito da minha imaginação, uma lembrança.
julie. Não; sou eu que estou sempre contigo, e que procura te consolar; fui eu quem te inspirou a idéia de me evocar. Tenho muitas coisas a dizer-te. Desconfie do senhor F, ele não é franco.
(Esse senhor, só conhecido de minha mãe, e assim nomeado espontaneamente, era uma nova prova da identidade do Espírito que se manifestava.)

a mãe. Que pode, pois, fazer contra mim o senhor F?
julie. Não posso dizer-te; isso me é proibido. Não posso mais que advertir-te para dele desconfiar.
a mãe. Estás entre os anjos!
julie. Oh! não ainda; não sou bastante perfeita.
a mãe. Não te reconheço, no entanto, nenhum defeito; tu eras boa, doce, amorosa e benevolente para todo o mundo; será que isso não basta?
julie. Para ti, mãe querida, eu não tinha nenhum defeito; eu acreditava nisso; tu me dizias, muito freqüentemente! Mas, no presente, vejo o que me falta para ser perfeita.

a mãe. Como adquirires as qualidades que te faltam?
julie. Em novas existências, que serão mais e mais felizes.
a mãe. Será na Terra que terás essas novas existências?
julie. Disso não sei nada.
a mãe. Uma vez que não havias feito mal durante tua vida, porque tanto sofreste?
julie. Prova! Prova! Eu a suportei com paciência, pela minha confiança em Deus; por isso, sou bem feliz hoje. Até breve, mãe querida!

Em presença de semelhantes fatos, quem ousaria falar do nada do túmulo, quando a vida futura se nos revela, por assim dizer, palpável? Essa mãe, minada pelo desgosto, goza, hoje, de uma felicidade inefável por poder conversar com sua criança; não há mais, entre elas, separação; suas almas se confundem e se expandem, no seio uma da outra, pela permuta dos seus pensamentos.

Malgrado o véu do qual cercamos essa relação, não nos permitiríamos publicá-la, se para isso não estivéssemos formalmente autorizados. Pudessem, disse-nos essa mãe, todos aqueles que perderam suas afeições na Terra, experimentar a minha mesma consolação!
Não acrescentaremos senão uma palavra endereçada àqueles que negam a existência dos bons Espíritos; nós lhes perguntaremos como poderiam provar que o Espírito dessa jovem era um demônio malfazejo.


Mãe, Estou Aqui! Revista Espírita Revista Espírita - Janeiro de 1858


Tags: Espiritismo, Revista Espírita, Allan Kardec,          

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O Meu Objetivo Hoje


O Meu Objetivo Hoje


Aqui estão algumas dicas que podem lhe trazer uma bela vida!
 
Caminhe uns 10/30 minutos todos os dias e, enquanto estiver caminhando, sorria.
 
Sente-se em silêncio por, pelo menos, 10 minutos a cada dia.
 
Quando você acordar de manhã complete a seguinte afirmação: “O meu objetivo hoje é...“
 
Viva com os 3 E: Energia, Entusiasmo, Empatia, e os 3 F: Fé, Família, Friends/Amigos.
 
Gaste mais tempo com pessoas que tem mais de 70 anos e menos de seis.
 
Sonhe mais enquanto está acordado.
 
Tente fazer, pelo menos, três pessoas rirem a cada dia.
 
Perceba que a vida é uma escola e que você está aqui para aprender, passar por todos os testes. 
 
Problemas são apenas parte do currículo, aparecem e desaparecem como aulas de álgebra, mas as lições que você aprende irão durar uma vida inteira.
 
Sorria e ria mais. Isso irá manter distantes os vampiros de energia.
 
A vida não é justa, mas, mesmo assim, é boa.
 
A vida é muito curta para se perder tempo odiando alguém.
 
Não se leve tão a sério. Nenhuma outra pessoa faz isso.
 
Você não tem que vencer todas as discussões. Aceite as divergências.
 
Reconcilie-se com seu passado, assim você não confundirá seu presente.
 
Não compare sua vida com a de outros.
 
Você não tem idéia acerca de como são suas jornadas.
 
Acenda as velas, use os bonitos lençóis. Não os guarde para uma ocasião especial. Hoje é um dia especial.
 
Ninguém é responsável por sua felicidade, exceto você.
 
Perdoe a todos por tudo.
 
O que as outras pessoas pensam de você, não é da sua conta.
 
O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.
 
Por mais que uma situação seja boa ou ruim, ela vai mudar.
 
Seu trabalho não vai cuidar de você quando estiver doente. Seus amigos vão estar em contato.
 
Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonita ou alegre.
 
O melhor ainda está por vir.
 
Não importa como você se sente, levante-se, vista-se e se mostre.
 
Faça a coisa certa.
 
Ligue para sua família com freqüência.
 
Todas as noites, antes de ir para cama, complete as seguintes afirmações: “Eu sou agradecido por…”; “Hoje eu realizei…”
 
Lembre-se de que você é muito abençoado para se estressar.
 
Aproveite o passeio. Lembre-se de que isso não é Disney World e você, certamente, não quer uma passagem rápida.
 
Aproveite ao máximo e desfrute do percurso.
 
Recebido por email
Compiled By: Sanaz
 
Veja o Slide desta mensagem:
O Meu Objetivo Hoje Sonhe mais enquanto está acordado.


Tags: Otimismo, Amor, Viver, Pensar, Reflexão,          

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Virtude Sobre Virtude


Virtude Sobre Virtude

... E o mentor amigo nos contou com alegria e espontaneidade.

Tendo Jesus terminado uma de suas preleções, ao entardecer, junto às águas do lago, entrou em conversação com os discípulos, perguntando a eles qual seria a virtude que avançasse além dela própria.

-É a paciência...- replicou Bartolomeu.

E o diálogo prosseguiu.

- Bartolomeu – elucidou o Divino Mestre – a paciência é integra. Não se elastece.

- É o amor ao próximo – aventou Simão Pedro.

- O amor ao próximo é um dever inarredável. Não se modifica.

- É o espírito de serviço - aventurou Mateus.

Jesus sorriu e explicou:

- Entretanto, o espírito de serviço expressando boa vontade e benevolência, é uma obrigação que não se altera. 

- É o perdão das ofensas – disse João, acanhado.

- João, já aprendemos que o perdão das ofensas deve ser repetido setenta e sete vezes.

- É a fé – adiantou Tiago.

- A fé, porém, é um estado de sublimação da alma que não se desloca.

- É a brandura no trato com os nossos semelhantes – sugeriu André com timidez.

A brandura pra nós, no entanto, é uma atitude compulsória.

O silêncio caiu sobre a turma, qual se os acompanhantes do Mestre estivessem confessando a própria impossibilidade para formular uma resposta à altura da indagação.

Depois de alguns minutos de expectação, o Cristo lançou compassivo olhar sobre os presentes e arrematou.

- Meus amigos, a virtude que se desdobra além de si mesma será sempre o ato de perdoar aos bons, quando os bons aceitam a infelicidade de errar...

Do livro: Fotos da Vida
Médium: Francisco Cândido Xavier.

pelo Espírito Augusto Cezar
Virtude Sobre Virtude É o perdão das ofensas


Tags: Espiritismo, Chico Xavier, Jesus, Reflexão, Virtude,

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

O Silêncio De Cristo


Uma antiga lenda norueguesa narra este episódio sobre um homem chamado Haakon, que cuidava de uma ermida à qual muita gente vinha orar com devoção.

Nesta ermida havia uma cruz muito antiga, e muitos vinham ali para pedir a  Cristo que fizesse algum milagre.

certo dia, o eremita Haakon quis também pedir-lhe um favor. Impulsionava-o um sentimento generoso.

Ajoelhou-se diante da cruz e disse:

- Senhor, quero padecer por vós.

Deixai-me ocupar o vosso lugar.

Quero substituir-vos na Cruz.

E permaneceu com o olhar pendente da cruz, como quem espera uma resposta.

O Senhor abriu os lábios e falou.

As suas palavras caíam do alto, sussurrantes e admoestadoras:

- Meu servo, cedo ao teu desejo, mas com uma condição.

- Qual é, Senhor?, perguntou com acento suplicante Haakon.

É uma condição difícil? Estou disposto a cumpri-la com a tua ajuda!

- Escuta-me: Aconteça o que acontecer, e vejas tu o que vires, deves guardar sempre o silêncio.

Haakon respondeu:

- Prometo-o, Senhor!

E fizeram a troca sem que ninguém o percebesse.

Ninguém reconheceu o eremita pendente da cruz; quanto ao Senhor, ocupava o lugar de Haakon.

Durante muito tempo, este conseguiu cumprir o seu compromisso e não disse nada a ninguém.

Certo dia, porém, chegou um rico.

Depois de orar, deixou ali esquecida a sua bolsa. Haakon viu-o e calou.

Também não disse nada quando um pobre, que veio duas horas mais tarde, se apropriou da bolsa do rico.

E também não quando um rapaz se prostrou diante dele pouco depois para pedir-lhe a sua graça antes de empreender uma longa viagem.

Nesse momento, porém, o rico tornou a entrar em busca da bolsa.

Como não encontrasse, pensou que o rapaz se teria apropriado dela;

Voltou-se para ele e interpelou com raiva:

- Dá-me a bolsa que me roubaste!

O jovem, surpreso, replicou-lhe:

- Não roubei nenhuma bolsa!

- Não mintas; devolve-me já!

- Repito que não apanhei nenhuma bolsa!

O rico arremeteu furioso contra ele. Soou então uma voz forte:

- Para!

O rico olhou para cima e viu que a imagem lhe falava. Haakon, que não conseguiu permanecer em silêncio diante daquela injustiça, gritou-lhe, defendeu o jovem e censurou o rico pela falsa acusação.

Este ficou aniquilado e saiu da ermida. E o jovem saiu também porque tinha pressa para empreender a sua viagem.

Quando a ermida ficou vazia, Cristo dirigiu-se ao seu servo e disse-lhe:

- Desce da Cruz. Não serves para ocupar o meu lugar. Não soubeste guardar silêncio.

- Mas, Senhor, como podia eu permitir essa injustiça?

Trocaram de lugar. Cristo voltou a ocupar a cruz e o eremita permanneceu diante dela.

O Senhor continuou a falar-lhe:

- Tu não sabias que era conveniente para o rico perder a bolsa, pois trazia nela o preço da virgindade de uma jovem.

O pobre, pelo contrário, tinha necessidade desse dinheiro e fez bem em levá-lo; quanto ao rapaz que ia receber os golpes, a suas feridas o teriam impedido de fazer a viagem que, para ele, foi fatal: faz uns minutos que o seu barco acaba de soçobrar e que ele se afogou.

Tu também não sabias isto; mas eu sim. E por isso me calo.

E o Senhor tornou a guardar silêncio.
Muitos de nós quereríamos que nos respondesse o que desejamos ouvir, mas  Ele não o faz: responde-nos com o silêncio. Deveríamos aprender a escutaresse silêncio.

O divino silêncio de Cristo, é uma palavra destinada a convencer-se de Ele sim, sabe o que faz.

Com o seu silêncio diz-nos carinhosamente: Confia em mim, sei o que preciso fazer!

AMÉM

*Capela ou ermida é um templo cristão secundário. Normalmente são locais para atendimento religioso de grupos específicos de pessoas ou comunidades religiosas. São usuais as capelas de colégios, universidades, presídios, conventos, quartéis, castelos, fazendas etc. A designação de ermida é usualmente utilizada para capelas erguidas em sítios ermos.

A palavra "capela" provém da cappella (ou manto) de São Martinho, a relíquia mais sagrada dos reis francos, sobre o qual se faziam os juramentos e que era levado à frente das tropas em batalhas. Os seus guardiões eram os cappellani e o santuário no qual se guardava era a cappella. Por isso, cappella veio a ser designação de um prédio religioso, inclusive o seu mobiliário e pessoal, isto é, tudo o que fosse necessário para o culto de um rei ou nobre.
O Silêncio De Cristo Ele sim, sabe o que faz


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Tags: Jesus, Oração, Reflexão, Amor, ,           

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Atitude


Atitude

Não adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.
Se você não se decidir pelo primeiro passo,
se você não sair desse quarto,
nem os anjos e nem Jesus poderão ajudá-lo,
se você não se ajudar!

Quer emagrecer?
Caminhe todos os dias,
pare de dizer que não tem dinheiro para a academia.
A rua é livre, de graça e está esperando você, seja noite, seja dia.

Quer um novo emprego?
Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu ofício, faça a diferença
e as empresas vão correr atrás de você!

Quer um novo amor?
Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,
leia um bom livro, abra a cabeça, mude os pensamentos,
e o amor vai encontra-lo no metrô, no ônibus, na calçada,
e em qualquer lugar, pois você será de se admirar.
Pessoa que encanta só de olhar...

Quer esquecer alguém que o magoou?
Enterre as lembranças e o infeliz!
Valorize-se criatura!
Se você se valoriza, sabe quanto vale,
sabendo quanto vale não se troca por qualquer coisa.
Se alguém o deixou é porque não sabe o seu valor.
Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.
E rumo ao novo que o novo é sempre mais gostoso...

Quer deixar de dever?
Pare de comprar.
Não faça dívida para pagar dívidas!
Nunca! Jamais!
Faça poupança e peça para o povo esperar.
“Devo, não nego, pago quando puder.”
Assim, a cabeça fica livre e você vai trabalhar.
Em breve, não terá mais nada para pagar...

Quer esquecer uma mágoa?
Limpe o seu coração, esvazie-se...
Quem tem equilíbrio não guarda mágoas.
Só as pessoas com problemas emocionais é que se ressentem.
Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estimação.
Busque o equilíbrio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.

Quer viver bem?
Ame-se!

Felicidade é gratuita, não custa nada.
É fazer tudo com alegria, nos mínimos detalhes.
Pergunte-se e se achar resposta que o satisfaça, comece tudo de novo:
- Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?
- Pra que 3 computadores, se não tem uma empresa?
- 4 carros?
- 6 quartos se é você e mais 1 ou 2?
- 40 pares de sapato, se tem apenas 2 pés?
A vida pede muito pouco e nós precisamos de menos ainda.

Acorde enquanto é tempo e comece a mudança,
antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!
Espero que você pelo menos tenha vencido a partida.

Seja feliz!

Por Paulo Roberto Gaefke
Atitude Acorde enquanto é tempo e comece a mudança


Tags: Felicidade, Amor, Reflexão, Atitude, Alegria,

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Amor E Temor - Chico Xavier


Amor E Temor - Chico Xavier

"O perfeito amor lança fora o temor".
(I JOÃO, 4:18.)

Para que nossa alma se expanda sem receio, através das realizações que o Senhor nos confia, não basta o imperfeito Amor que estipula salários de gratidão ou que se isola na estufa do carinho particular, reclamando entendimento alheio.

É necessário rendamos culto ao perfeito amor que tudo ilumina e a todos se estende sem distinção.

O imperfeito Amor, procurando o gozo próprio no concurso dos outros, é quase sempre o egoísmo em disfarce brilhante, buscando a si mesmo nas almas afins para atormentá-las sob múltiplas formas de temor, quais sejam a exigência e o ciúme, a crueldade e o desespero, acabando ele próprio no inferno da amargura e da frustração.

O perfeito Amor, contudo, compreende que o Pai Celeste traçou caminhos infinitos para a evolução e aprimoramento das almas, que a felicidade não é a mesma para todos e que amar significa entender e ajudar, abençoar e sustentar sempre os corações queridos, no degrau de luta que lhes é próprio.

Para que te libertes, assim, das algemas do medo, não basta te acolhas no anseio de ser ardentemente querido e auxiliado pelos outros, segundo as disposições do Amor incompleto.

É indispensável saibas amar, com abnegação e ternura, entre a esperança incansável e o serviço incessante pela vitória do bem, sob a tutela dos quais viverás sempre amando, segundo o Amor equilibrado e perfeito pela força Divina que nos ergue triunfante, dos abismos da sombra para os cimos da luz.

Livro: Palavras de Vida Eterna
Autor: Francisco Cândido Xavier
Pelo espírito Emmanuel

Amor E Temor - Chico Xavier O perfeito amor lança fora o temor


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