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sexta-feira, 29 de março de 2013

Muita Doçura Nesta Páscoa


Muita Doçura Nesta Páscoa

Outro dia uma coordenadora do grupo de desenvolvimento nos falou para termos uma páscoa mais doce este ano, mas não aquela doçura de chocolate, e sim a doçura sentimental para com nossos familiares e amigos. Isto me despertou um pensamento que vou compartilhar com vocês agora.

Hoje quando ouvimos falar em páscoa, logo nos vem a mente a imagem do coelhinho e seus ovinhos adocicados. Nosso amor é medido pela quantidade de chocolates que damos de presente e não mais pela atenção e carinho dedicados aos que nos fazem companhia nesta caminhada.

A mídia hoje nos fez esquecer o significado desta data, trocando a mensagem de amor do Cristo por ovos de chocolate e guloseimas com valor apenas material e de curto prazo. Nos fazem querer comprar seus produtos com a falsa ideia de ser uma obrigação ou uma tradição. Fazem propagandas apelativas para nossas crianças desejarem esta páscoa. E nós mais uma vez nos esquecemos de Jesus, nos deixamos levar por esta euforia de consumo e abandonamos a meditação.

A páscoa é um momento de reflexão sobre a trajetória de Jesus, não apenas de sua morte como muitos lembram, mas também de seu trabalho evangélico de amor incondicional, de sua vivência simples e seu desprezo por todo sentimento inferior, ou seja, o orgulho, a inveja, a ganância, a falsidade, e tantas outras que ainda hoje nos atormentam. Nesta data nos lembramos muito da morte de Jesus e todo seu sofrimento e no domingo de páscoa a sua ressurreição, que seria o momento de alegria pela sua vitória.

Lembremo-nos sempre de seu trabalho aqui na Terra, das parábolas ensinadas por ele ao povo, de suas curas e milagres, mas não pensemos nisso como uma lenda ou uma história, pensemos nestes fatos para aprender a sua mensagem e começarmos a ser como ele foi. Que possamos aprender a amar incondicionalmente, amar sem medidas, amar sem interesses (este é difícil), ajudar à quem necessita, enfim, ter uma vida mais valorosa para Deus.

Claro que não quero que deixem de presentear seus entes queridos, que deixem de distribuir chocolates, que por sinal são maravilhosamente saborosos, longe disso, devem presentear sempre que sentirem vontade.

Gostaria que dessem presentes emocionais antes mesmo de pensar em presente materiais. A doçura da páscoa está em dar um abraço em quem você ama, em ser mais compreensível com aqueles que estão a sua volta, em relevar uma ofensa feita em momentos de exaltação, em perdoarmos a quem nos magoou, em darmos um pouco mais de atenção para nossa família, etc.

Neste sentido, desejo a todos vocês uma Feliz Páscoa! Cheia de Doçura, amor e alegria!

Autor: Anderson Deula

Muita Doçura Nesta Páscoa Feliz Páscoa! Cheia de Doçura, amor e alegria!


Tags: Páscoa, Amor, Jesus, Doçura, Deus,          

quarta-feira, 27 de março de 2013

Sou Uma Pessoa Mais Velha


Sou Uma Pessoa Mais Velha

Constantemente, criticam-se as pessoas mais velhas porque elas não se adaptam ao mundo moderno. Sem dúvida, nós nos responsabilizamos por tudo o que fizemos e não culpamos ninguém por isso.

Não obstante, depois de uma serena meditação, gostaria de assinalar que, apesar de havermos levado o mundo na flauta, vivido uma revolução sexual, rebelado-nos contra certos valores tradicionais, e dançado com os Beatles e os Rolling Stones… Não fomos nós que eliminamos:
A melodia da música,
o talento e a engenhosidade das criações artísticas,
a boa voz na hora de cantar
o orgulho por nossa aparência exterior,
a cortesia ao dirigir,
o romance nas relações amorosas,
o compromisso do casal,
a responsabilidade da paternidade,
a união da família,
a aprendizagem e o gosto pela cultura,
o sentimento de patriotismo,
o rechaço à vulgaridade e a grosseria.

Também não fomos nós que eliminamos:
O presépio de natal das escolas e cidades,
o bom comportamento intelectual,
o refinamento de linguagem,
a dedicação à literatura,
a prudência na hora de gastar,
a ambição por querer ser alguém na vida.
Nem tão pouco tiramos Deus do governo, das escolas, dos hospitais e de nossa vida.
O respeito aos outros, às mulheres e aos anciãos.
E muito menos fomos nós que eliminamos a paciência e a tolerância de nossas relações pessoais e nem as nossas interações com os demais.

Se fato, já sou uma pessoa velha!
Mas posso animar uma festa, mesmo que só resista até o meio dia.
Abro frascos com tampas a prova de criança, ainda que tenha que usar um martelo.
Lembro-me de voltar para casa a uma hora, e de forma adequada.
E durmo como um bebê durante as noites, ainda que, no outro dia, o corpo demore em permitir que me levante.

Posso rir das críticas que me fazem, ainda que, às vezes, não as ouça muito bem.
Sou muito bom para contar histórias ou piadas, mesmo que as repita vez por outra.
Mas, não pense que me tenha tornado um lutador, casca grossa, nem intransigente.
Simplesmente, reconheço que há coisas que já não me agradam.

Já não gosto do engarrafamento no tráfego,
nem das multidões,
da música alta,
de crianças gritadoras,
de cachorros que latem,
de certos políticos que enganam,
nem de tantas outras coisas de que agora não me lembro.
Mas desejo seguir desfrutando minha vida, a vida que Deus me deu.
E respeitando os outros, e esperando que os outros me respeitem.

Estou repassando esta mensagem para todos os meus amigos, e estou chateado porque agora não lembro a pessoa quem me enviou isto. Talvez ela vá recebê-la de volta, mas tenho certeza de que vai perdoar-me por esse pequeno lapso de memória. E que importa isso! Vai ser bom porque assim estou seguro de que vai ler tudo de novo... E vai gostar! Certo é que essa pessoa também pôs flores na cabeça, entoou canções de protesto, fez algumas coisas não tão santas e acabou dançando com Os Beatles e Os Rolling Stones, como eu.

Só as pessoas mais velhas podem entender essa história de enviar mensagens e piadas pesadas pelo correio eletrônico, quase todos os dias.

Não conheço o autor do texto. Formatado por Calima
Veja o Slide:

 
Sou Uma Pessoa Mais Velha Desejo seguir desfrutando minha vida


Tags: Idade, Tempo, Viver, Idoso, Amor, Respeito,          

segunda-feira, 25 de março de 2013

A Tarefa Dos Guias Espirituais


A Tarefa Dos Guias Espirituais

Os guias invisíveis do homem não poderão, de forma alguma, afastar as dificuldades materiais dos seus caminhos evolutivos sobre a face da Terra. O Espaço está cheio de incógnitas para todos os Espíritos.

Se os encarnados sentem a existência de fluidos imponderáveis que ainda não podem compreender, os desencarnados estão marchando igualmente para a descoberta de outros segredos divinos que lhes preocupam a mente.

Quando falamos, portanto, da influência do Evangelho nas grandes questões sociológicas da atualidade, apontamos às criaturas o corpo de leis, pelas quais devem nortear as suas vidas no planeta. O chefe de determinados serviços recebe regulamentos necessários dos seus superiores, que ele deverá pôr em prática na administração. Nossas atividades são de colaborar com os nossos irmãos no domínio do conhecimento desses códigos de justiça e de amor, a cuja base viverá a legislação do futuro. Os Espíritos não voltariam à Terra apenas para dizerem, aos seus companheiros, das beatitudes eternas nos planos divinos da imensidade. Todos os homens conhecem a fatalidade da morte e sabem que é inevitável a sua futura mudança para a vida espiritual. Todas as criaturas estão, assim, fadadas a conhecer aquilo que já conhecemos. Nossa palavra é para que a Terra vibre conosco nos ideais sublimes da fraternidade e da redenção espiritual. Se falamos dos mundos felizes, é para que o planeta terreno seja igualmente venturoso. Se dizemos do amor que enche a vida inteira da Criação Infinita, é para que o homem aprenda também a amar a vida e os seus semelhantes. Se discorremos acerca das condições aperfeiçoadas da existência em planos redimidos do Universo, é para que a Terra ponha em prática essas mesmas condições. Os códigos aplicados, em outras esferas mais adiantadas, baseados na solidariedade universal, deverão, por sua vez, merecer ai a atenção e os estudos precisos.

O orbe terreno não está alheio ao concerto universal de todos os sóis e de todas as esferas que povoam o Ilimitado; parte integrante da infinita comunidade dos mundos, a Terra conhecerá as alegrias perfeitas da harmonia da vida. E a vida é sempre amor, luz, criação, movimento e poder.

Os desvios e os excessos dos homens é que fizeram do vosso planeta a mansão triste das sombras e dos contrastes.

Fluidos misteriosos ligam a Deus todas as belezas da sua criação perfeita e inimitável. Os homens terão, portanto, o seu quinhão de felicidade imorredoura, quando estiverem integrados na harmonia com o seu Criador.

Os sóis mais remotos e mais distantes se unem ao vosso orbe de sombras, através de fluidos poderosos e intangíveis. Há uma lei de amor que reúne todas as esferas, no seio do éter universal, como existe essa força ignorada, de ordem moral, mantendo a coesão dos membros sociais, nas coletividades humanas. A Terra é, pois, componente da sociedade dos mundos. Assim como Marte ou Saturno já atingiram um estado mais avançado em conhecimentos, melhorando as condições de suas coletividades, o vosso orbe tem, igualmente, o dever de  melhorar-se, avançando, pelo aperfeiçoamento das suas leis, para um estágio superior, no quadro universal.

Os homens, portanto, não devem permanecer embevecidos, diante das nossas descrições.

O essencial é meter mãos à obra, aperfeiçoando, cada qual, o seu próprio coração primeiramente, afinando-o com a lição de humildade e de amor do Evangelho, transformando em seguida os seus lares, as suas cidades e os seus países, a fim de que tudo na Terra respire a mesma felicidade e a mesma beleza dos orbes elevados, conforme as nossas narrativas do Infinito.

Do livro: As Almas Enfraquecidas
De Francisco Cândido Xavier
Pelo espírito EMMANUEL


A Tarefa Dos Guias Espirituais O essencial é meter mãos à obra


Tags: Espiritismo, Mensagem, Médium, Chico Xavier, Emmanuel,          

sexta-feira, 22 de março de 2013

A Gênese Planetária


A Gênese Planetária

A COMUNIDADE DOS ESPÍRITOS PUROS

Rezam as tradições do mundo espiritual que na direção de todos os fenômenos, do nosso sistema, existe uma Comunidade de Espíritos Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias.

Essa Comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus um dos membros divinos, ao que nos foi dado saber, apenas já se reuniu, nas proximidades da Terra, para a solução de problemas decisivos da organização e da direção do nosso planeta, por duas vezes no curso dos milênios conhecidos.

A primeira, verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar, a fim de que se lançassem, no Tempo e no Espaço, as balizas do nosso sistema cosmogônico e os pródromos da vida na matéria em ignição, do planeta, e a segunda, quando se decidia a vinda do Senhor à face da Terra, trazendo à família humana a lição imortal do seu Evangelho de amor e redenção.

A CIÊNCIA DE TODOS OS TEMPOS

Não é nosso propósito trazer à consideração dos estudiosos uma nova teoria da formação do mundo. A Ciência de todos os séculos está cheia de apóstolos e missionários. Todos eles foram inspirados ao seu tempo, refletindo a claridade das Alturas, que as experiências do Infinito lhes imprimiram na memória espiritual, e exteriorizando os defeitos e concepções da época em que viveram, na feição humana de sua personalidade.

Na sua condição de operários do progresso universal, foram portadores de revelações gradativas, no domínio dos conhecimentos superiores da Humanidade. Inspirados de Deus nos penosos esforços da verdadeira civilização, as suas idéias e trabalhos merecem o respeito de todas as gerações da Terra, ainda que as novas expressões evolutivas do plano cultural das sociedades mundanas tenham sido obrigadas a proscrever as suas teorias e antigas fórmulas.

Lembrando-nos, porém, mais detidamente, de quantos souberam receber a intuição da realidade nas perquirições do Infinito, busquemos recordar o globo terráqueo nos seus primeiros dias.

OS PRIMEIROS TEMPOS DO ORBE TERRESTRE

Que força sobre-humana pôde manter o equilíbrio da nebulosa terrestre, destacada do núcleo central do sistema, conferindo-lhe um conjunto de leis matemáticas, dentro das quais se iam manifestar todos os fenômenos inteligentes e harmônicos de sua vida, por milênios de milênios? Distando do Sol cerca de 149.600.000 quilômetros e deslocando-se no espaço com a velocidade diária de 2.500.000 quilômetros, em torno do grande astro do dia, imaginemos a sua composição nos primeiros tempos de existência, como planeta.

Laboratório de matérias ignescentes, o conflito das forças telúricas e das energias físico-químicas opera as grandiosas construções do teatro da vida, no imenso cadinho onde a temperatura se eleva, por vezes, a 2.000 graus de calor, como se a matéria colocada num forno, incandescente, estivesse sendo submetida aos mais diversos ensaios, para examinar-se a sua qualidade e possibilidades na edificação da nova escola dos seres.

As descargas elétricas, em proporções jamais vistas da Humanidade, despertam estranhas comoções no grande organismo planetário, cuja formação se processa nas oficinas do Infinito.

A CRIAÇÃO DA LUA

Nessa computação de valores cósmicos em que laboram os operários da espiritualidade sob a orientação misericordiosa do Cristo, delibera-se a formação do satélite terrestre.

O programa de trabalhos a realizar-se no mundo requeria o concurso da Lua, nos seus mais íntimos detalhes. Ela seria a âncora do equilíbrio terrestre nos movimentos de translação que o globo efetuaria em torno da sede do sistema; o manancial de forças ordenadoras da estabilidade planetária e, sobretudo, o orbe nascente necessitaria da sua luz polarizada, cujo suave magnetismo atuaria decisivamente no drama infinito da criação e da reprodução de todas as espécies, nos variados remos da Natureza.

A SOLIDIFICAÇÃO DA MATÉRIA

Na grande oficina surge, então, a diferenciação da matéria ponderável, dando origem ao hidrogênio.

As vastidões atmosféricas são amplo repositório de energias elétricas e de vapores que trabalham as substâncias torturadas no orbe terrestre. O frio dos espaços atua, porém, sobre esse laboratório de energias incandescentes e a condensação dos metais verifica-se com a leve formação da crosta solidificada.

É o primeiro descanso das tumultuosas comoções geológicas do globo. Formam-se os primitivos oceanos, onde a água tépida sofre pressão difícil de descrever-se. A atmosfera está carregada de vapores aquosos e as grandes  tempestades varrem, em todas as direções, a superfície do planeta, mas sobre a Terra o caos fica dominado como por encanto. As paisagens aclaram-se, fixando a luz solar que se projeta nesse novo teatro de evolução e vida.

As mãos de Jesus haviam descansado, após o longo período de confusão dos elementos físicos da organização planetária.

O DIVINO ESCULTOR

Sim, Ele havia vencido todos os pavores das energias desencadeadas; com as suas legiões de trabalhadores divinos, lançou o escopro da sua misericórdia sobre o bloco de matéria informe, que a Sabedoria do Pai deslocara do Sol para as suas mãos augustas e compassivas. Operou a escultura geológica do orbe terreno, talhando a escola abençoada e grandiosa, na qual o seu coração haveria de expandir-se em amor, claridade e justiça. Com os seus exércitos de trabalhadores devotados, estatuiu os regulamentos dos fenômenos físicos da Terra, organizando-lhes o equilíbrio futuro na base dos corpos simples de matéria, cuja unidade substancial os espectroscópios terrenos puderam
identificar por toda a parte no universo galáxico.

Organizou o cenário da vida, criando, sob as vistas de Deus, o indispensável à existência dos seres do porvir. Fez a pressão atmosférica adequada ao homem, antecipando-se ao seu nascimento no mundo, no curso dos milênios;
estabeleceu os grandes centros de força da ionosfera e da estratosfera, onde se harmonizam os fenômenos elétricos da existência planetária, e edificou as usinas de ozone a 40 e 60 quilômetros de altitude, para que filtrassem
convenientemente os raios solares, manipulando-lhes a composição precisa à manutenção da vida organizada no orbe. Definiu todas as linhas de progresso da humanidade futura, engendrando a harmonia de todas as forças físicas que presidem ao ciclo das atividades planetárias.

O VERBO NA CRIAÇÃO TERRESTRE

A ciência do mundo não lhe viu as mãos augustas e sábias na intimidade das energias que vitalizam o organismo do Globo. Substituíram-lhe a providência com a palavra "natureza", em todos os seus estudos e análises da existência, mas o seu amor foi o Verbo da criação do princípio, como é e será a coroa gloriosa dos seres terrestres na imortalidade sem fim. E quando serenaram os elementos do mundo nascente, quando a luz do Sol beijava, em silêncio, a beleza melancólica dos continentes e dos mares primitivos, Jesus reuniu nas Alturas os intérpretes divinos do seu pensamento. Viu-se, então, descer sobre a Terra, das amplidões dos espaços ilimitados, uma nuvem de forças cósmicas, que envolveu o imenso laboratório planetário em repouso.

Daí a algum tempo, na crosta solidificada do planeta, como no fundo dos oceanos, podia-se observar a existência de um elemento viscoso que cobria toda a Terra.

Estavam dados os primeiros passos no caminho da vida organizada. Com essa massa gelatinosa, nascia no orbe o protoplasma e, com ele, lançara Jesus à superfície do mundo o germe sagrado dos primeiros homens.

Do livro: A Caminho da Luz
De Francisco Cândido Xavier
Ditada pelo Espírito EMMANUEL
A Gênese Planetária Criação do Mundo


Tags: Gênese, Jesus, Deus, Planeta, Terra, ,          

quarta-feira, 20 de março de 2013

O Culto Cristão No Lar


O Culto Cristão No Lar

Povoara-se o firmamento de estrelas, dentro da noite prateada de luar, quando o Senhor, instalado provisoriamente em casa de Pedro, tomou os Sagrados Escritos e, como se quisesse imprimir novo rumo à conversação que se fizera improdutiva e menos edificante, falou com bondade:

— Simão, que faz o pescador quando se dirige para o mercado com os frutos de cada dia?

O apóstolo pensou alguns momentos e respondeu, hesitante:

— Mestre, naturalmente, escolhemos os peixes melhores. Ninguém compra os resíduos da pesca.

Jesus sorriu e perguntou, de novo:

— E o oleiro? que faz para atender à tarefa a que se propõe?

— Certamente, Senhor — redargüiu o pescador, intrigado —, modela o barro, imprimindo-lhe a forma que deseja.

O Amigo Celeste, de olhar compassivo e fulgurante, insistiu:

— E como procede o carpinteiro para alcançar o trabalho que pretende?

O interlocutor, muito simples, informou sem vacilar:

— Lavrará a madeira, usará a enxó e o serrote, o martelo e o formão. De outro modo, não aperfeiçoará a peça bruta.

Calou-se Jesus, por alguns instantes, e aduziu:

— Assim, também, é o lar diante do mundo. O berço doméstico é a primeira escola e o primeiro templo da alma. A casa do homem é a legítima exportadora de caracteres para a vida comum. Se o negociante seleciona a mercadoria, se o marceneiro não consegue fazer um barco sem afeiçoar a madeira aos seus propósitos, como esperar uma comunidade segura e tranqüila sem que o lar se aperfeiçoe? A paz do mundo começa sob as telhas a que nos acolhemos. Se não aprendemos a viver em paz, entre quatro paredes, como aguardar a harmonia das nações?

Se nos não habituamos a amar o irmão pais próximo, associado à nossa luta de cada dia, como respeitar o Eterno Pai que nos parece distante?

Jesus relanceou o olhar pela sala modesta, fez pequeno intervalo e continuou:

— Pedro, acendamos aqui, em torno de quantos nos procuram a assistência fraterna, uma claridade nova. A mesa de tua casa é o lar de teu pão. Nela, recebes do Senhor o alimento para cada dia. Por que não instalar, ao redor dela, a sementeira da felicidade e da paz na conversação e no pensamento? O Pai, que nos dá o trigo para o celeiro, através do solo, envia-nos a luz através do Céu. Se a claridade é a expansão dos raios que a constituem, a fartura começa no grão. Em razão disso, o Evangelho não foi iniciado sobre a multidão, mas, sim, no singelo domicílio dos pastores e dos animais.

Simão Pedro fitou no Mestre os olhos humildes e lúcidos e, como não encontrasse palavras adequadas para explicar-se, murmurou, tímido:

— Mestre, seja feito como desejas.

Então Jesus, convidando os familiares do apóstolo à palestra edificante e à meditação elevada, desenrolou os escritos da sabedoria e abriu, na Terra, o primeiro culto cristão no lar.

Do Livro: Jesus no Lar
De Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito Neio Lúcio

O Culto Cristão No Lar Mestre, seja feito como desejas


Tags: Evangelho, Jesus, Oração, Lar, Meditação,          

terça-feira, 19 de março de 2013

Princípios Redentores


Princípios Redentores

Não se esqueça de que Deus é o tema central de nossos destinos.

Deseje o bem dos outros, tanto quanto deseja o próprio bem.

Concorde imediatamente com os adversários.

Respeite a opinião dos vizinhos.

Evite contendas desagradáveis.

Empreste sem aguardar restituição.

Dê seu concurso às boas obras, com alegria.

Não se preocupe com os caluniadores. Agradeça ao inimigo pelo valor que ele lhe atribui.

Ajude as crianças.

Não desampare os velhos e doentes.

Pense em você, por último, em qualquer jogo de benefícios.

Desculpe sinceramente.

Não critique a ninguém.

Repare seus defeitos, antes de corrigir os alheios.

Use a fé e a prudência. Aprenda a semear, preparando boa ceifa. Não peça uvas ao espinheiro. Liberte-se do peso de excessivas convenções.

Cultive a simplicidade.

Fale o menos possível, relativamente a você e a seus problemas.

Estimule as qualidades nobres dos companheiros.

Trabalhe no bem de todos.

Valorize o tempo.

Metodize o trabalho, sabendo que cada dia tem as suas obrigações.

Não se aflija.

Sirva a toda gente sem prender-se.

Seja alegre, justo e agradecido.

Jamais imponha seus pontos de vista.

Lembre-se de que o mundo não foi feito apenas para você.

*

As ciências sociais de hoje apresentam semelhantes princípios como novidades. No entanto, são antigos. Chegaram à Terra, com o Cristo, há quase vinte séculos. Nós outros, porém, espíritos
atrasados no entendimento, somos ainda tardios na aplicação.

Do Livro Agenda Cristã
Autor Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito André Luiz




 
Princípios Redentores Seja alegre, justo e agradecido

Tags: Jesus, Deus, Amor, Reflexão, Estímulo, Chico Xavier, André Luiz,          

sábado, 16 de março de 2013

O Vaso Divino


O Vaso Divino

O coração é o vaso de amor com que vamos à fonte da vida, espalhando o bem e recebendo-o, dando de nós mesmos e aproveitando o concurso dos que nos cercam.

Atende às sugestões da bondade e avança sempre.

Nunca digas – estou fatigado.
Não exclames – não posso.
Não afirmes – é impossível.
Não penses – nada sou.
Não clames – sou fraco.
Não asseveres – nada tenho.

Ajuda sem descansar, porque, no cântaro da fraternidade os recursos do Senhor se multiplicam, em doce milagre de luz para a glorificação da vida.

Segue, pois, adiante, com o vaso de tua alma inclinado ao Eterno Bem e a Graça do Alto se encarregará de provê-lo a fim de que a tua cooperação se dilate ao Infinito Divino na solução da infinita necessidade humana.

Do livro: Cartas do coração
Francisco Cândido Xavier
Pelo espírito Agar

O Vaso Divino Milagre de luz para a glorificação da vida


Tags: Espiritismo, Mensagem, Médium, Chico Xavier, Agar,          

quarta-feira, 13 de março de 2013

História De Um Médium


História De Um Médium

As observações interessantes sobre a doutrina dos Espíritos sucediam-se umas às outras, quando um amigo nosso, velho lidador do Espiritismo, no Rio de Janeiro, acentuou, gravemente:
 "Em Espiritismo, uma das questões mais sérias é o problema do médium..."
 "Sob que prisma?"  Indagou um dos circunstantes.
 "Quanto ao da necessidade de sua própria edificação para vencer o meio."
 "Para esclarecer a minha observação  continuou o nosso amigo  contar-lhe-ei a história de um companheiro dedicado, que desencarnou, há poucos anos, sob os efeitos de uma obsessão terrível e dolorosa."
Todo o grupo, lembrando os hábitos antigos, como se ainda estacionássemos num ambiente terrestre, aguçou os ouvidos, colocando-se à escuta:
 "Azarias Pacheco  começou o narrador  era um operário despreocupado e humilde do meu bairro, quando as forças do Alto chamaram o seu coração ao sacerdócio mediúnico. Moço e inteligente, trabalhava na administração dos serviços de uma oficina de consertos, ganhando, honradamente, a remuneração mensal de quatrocentos mil réis.

Em vista do seu espírito de compreensão geral da vida, o Espiritismo e a mediunidade lhe abriram um novo campo de estudos, a cujas atividades se entregou sob uma fascinação crescente e singular.
Azarias dedicou-se amorosamente à sua tarefa, e, nas horas de folga, atendia aos seus deveres mediúnicos com irrepreensível dedicação. Elevados mentores do Alto forneciam lições proveitosas, através de suas mãos. Médicos desencarnados atendiam, por ele, a volumoso receituário.
E não tardou que o seu nome fosse objeto de geral admiração.

Algumas notas de imprensa evidenciaram ainda mais os seus valores medianímicos e, em pouco tempo, a sua residência humilde povoava-se de caçadores de anotações e de mensagens. Muitos deles diziam-se espíritas confessos, outros eram crentes de meia-convicção ou curiosos do campo doutrinário.
O rapaz, que guardava sob a sua responsabilidade pessoal numerosas obrigações de família, começou a sacrificar primeiramente os seus deveres de ordem sentimental, subtraindo à esposa e aos filhinhos as horas que habitualmente lhes consagrava, na intimidade doméstica.
Quase sempre cercado de companheiros, restavam-lhe apenas as horas dedicadas à conquista de seu pão cotidiano, com vistas aos que o seguiam carinhosamente pelos caminhos da vida.
Havia muito tempo perdurava semelhante situação, em face de sua precisosa resistência espiritual, no cumprimento de seus deveres.
Dentro de sua relativa educação medianímica, Azarias encontrava facilidade para identificar a palavra de seu guia sábio e incansável, sempre a lhe advertir quanto à necessidade de oração e de vigilância.
Acontece, porém, que cada triunfo multiplicava as suas preocupações e os seus trabalhos.
Os seus admiradores não queriam saber das circunstâncias especiais de sua vida.
Grande parte exigia as suas vigílias pela noite a dentro, em longas narrativas dispensáveis. Outros alegavam os seus direitos às exclusivas atenções do médium. Alguns acusavam-no de preferências injustas, manifestando o gracioso egoísmo de sua amizade expressando o ciúme que lhes ia n'alma, em palavras carinhosas e alegres. Os grupos doutrinários disputavam-no.
Azarias verificou que a sua existência tomava um rumo diverso, mas os testemunhos de tantos afetos lhe eram sumamente agradáveis ao coração.
Sua fama corria sempre. Cada dia era portador de novas relações e novos conhecimentos.
Os centros importantes começaram a reclamar a sua presença e, de vez em quando, surpreendam-no as oportunidades das viagens pelos caminhos de ferro, em face da generosidade dos amigos, com grandes reuniões de homenagens, no ponto de destino.
A cada instante, um admirador o assaltava:
 "Azarias, onde trabalha você?..."
 "Numa oficina de consertos."
 "Ó! Ó!... e quanto ganha por mês?"
 "Quatrocentos mil réis."
 "Ó! mas isso é um absurdo... Você não é criatura para um salário como esse! Isso é uma miséria!...”
Em seguida outros ajuntavam:
 "O Azarias não pode ficar nessa situação. Precisamos arranjar-lhe coisa melhor no centro da cidade, com uma remuneração à altura de seus méritos ou, então, poderemos tentar-lhe uma colocação no serviço público, onde encontrará mais possibilidades de tempo para dedicar-se à missão...”
O pobre médium, todavia, dentro de sua capacidade de resistência, respondia:
 "Ora, meus amigos, tudo está bem. Cada qual tem na vida o que mereceu da Providência Divina e, além de tudo, precisamos considerar que o Espiritismo tem de ser propagado, antes do mais, pelos Espíritos e não pelos homens!...”
Azarias, contudo, se era médium, não deixava de ser humano.
Requisitado pelas exigências dos companheiros, já nem pensava no lar e começava a assinalar na sua ficha de serviços faltas numerosas.
A princípio, algumas raras dedicações começaram a defendê-lo na oficina, considerando que, aos olhos dos chefes, suas falhas eram sempre mais graves que as dos outros colegas, em virtude do renome que o cercava; mas, um dia, foi ele chamado ao gabinete de seu diretor que o despediu nestes termos:
"Azarias, infelizmente não me é possível conservá-lo aqui, por mais tempo. Suas faltas no trabalho atingiram o máximo e a administração central resolveu eliminá-lo do quadro de nossos companheiros."
O interpelado saiu com certo desapontamento, mas lembrou-se das numerosas promessas dos amigos.
Naquele mesmo dia, buscou providenciar para um nova colocação, mas, em cada tentativa, encontrava sempre um dos seus admiradores e conhecidos que obtemperava:
 "Ora Azarias, você precisa ter mais calma!... Lembre-se de que a sua mediunidade é um patrimônio de nossa doutrina... Sossega, homem de Deus!... Volte à casa e nós todos saberemos ajudá-lo neste transe."
Na mesma data, ficou assentado que os amigos do médium se cotizariam, entre si, de modo que ele viesse a perceber uma contribuição mensal de seiscentos mil réis, ficando, desse modo, habilitado a viver tão somente para a doutrina.
Azarias, sob a inspiração de seus mentores espirituais, vacilava ante a medida, mas à frente de sua imaginação estavam os quadros do desemprego e das imperiosas necessidades da família.
Embora a sua relutância íntima, aceitou o alvitre.
Desde então, a sua casa foi o ponto de uma romaria interminável e sem precedentes. Dia e noite, seus consulentes estacionavam à porta. O médium buscava atender a todos como lhe era possível. As suas dificuldades, todavia, eram as mais prementes.
Ao cabo de seis meses, todos os seus amigos haviam esquecido o sistema das cotas mensais.
Desorientado e desvalido, Azarias recebeu os primeiros dez mil réis que uma senhora lhe ofereceu após o receituário. No seu coração, houve um toque de alarma, mas o seu organismo estava enfraquecido. A esposa e os filhos estavam repletos de necessidades.
Era tarde para procurar, novamente, a fonte do trabalho. Sua residência era objeto de uma perseguição tenaz e implacável. E ele continuou recebendo.
Os mais sérios distúrbios psíquicos o assaltaram.
Penosos desequilíbrios íntimos lhe inquietavam o coração, mas o médium sentia-se obrigado a aceitar as injunções de quantos o procuravam levianamente.
Espíritos enganadores aproveitaram-se de suas vacilações e encheram-lhe o campo mediúnico de aberrações e descontroles.
Se as suas ações eram agora remuneradas e se delas dependia o pão dos seus, Azarias se sentia na obrigação de prometer alguma coisa, quando os Espíritos não o fizessem. Procurado para a felicidade no dinheiro, ou êxito nos negócios ou nas atrações do amor do mundo, o médium prometia sempre as melhores realizações, em troca dos míseros mil réis da consulta.
Entregue a esse gênero de especulações, não mais pode receber o pensamento dos seus protetores espirituais mais dedicados.
Experimentando toda sorte de sofrimentos e de humilhações, se chegava a queixar-se, de leve, havia sempre um cliente que lhe observava:
 "Que é isso, "seu" Azarias?... O senhor não é médium? Um médium não sofre essas coisas!...
Se alegava cansaço, outro objetava, de pronto, ansioso pela satisfação de seus caprichos:
 "E a sua missão, "seu" Azarias?... Não se esqueça da caridade!..."
E o médium, na sua profunda fadiga espiritual, concentrava-se, em vão, experimentando uma sensação de angustioso abandono, por parte dos seus mentores dos planos elevados.
Os mesmos amigos da véspera piscavam, então, os olhos, falando, em voz baixa, após as despedidas:
 "Você já notou que o Azarias perdeu de todo a mediunidade?..."  Dizia um deles.
 "Ora, isso era esperado  redargüia-se  desde que ele abandonou o trabalho para viver à custa do Espiritismo, não podíamos aguardar outra coisa."
 "Além disso  exclamava outro do grupo  todos os vizinhos comentam a sua indiferença para com a família, mas, de minha parte sempre vi no Azarias um grande obsidiado."
 "O pobre do Azarias perverteu-se  falava ainda um companheiro mais exaltado  e um médium nessas condições é um fracasso para a própria doutrina..."
 "É por essa razão que o Espiritismo é tão incompreendido!  sentenciava ainda outro  Devemos tudo isso aos maus médiuns que envergonham os nossos princípios."
Cada um foi esquecendo o médium, com a sua definição e a sua falta de caridade. A própria família o abandonou à sua sorte, tão logo haviam cessado as remunerações.
Escarnecido em seus afetos mais caros, Azarias tornou-se um revoltado.
Essa circunstância foi a última porta para o livre ingresso das entidades perversas que se assenhorearam de sua vida.
O pobre náufrago da mediunidade perambulou na crônica dos noticiários, rodeado de observações ingratas e de escandalosos apontamentos, até que um leito de hospital lhe concedeu a bênção da morte..."
O narrador estava visivelmente emocionado, rememorando as suas antigas lembranças.
 "Então, quer dizer, meu amigo  observou um de nós  que a perseguição da polícia ou a perseguição do padre não são os maiores inimigos da mediunidade"...
 "De modo algum.  Replicou ele, convicto.  O Padre e a política podem até ser os portadores de grandes bens."
E, fixando em nós outros o seu olhar percuciente e calmo, rematou a sua história, sentenciando, gravemente:
 "O maior inimigo dos médiuns está dentro de nossos próprios muros!..."

Do livro Novas Mensagens
Recebida pelo médium Francisco Cândido Xavier, em 29 de abril de 1939
Pelo espírito Humberto de Campos

História De Um Médium O maior inimigo está dentro de nossos próprios muros


Tags: Espiritismo, Mensagem, Médium, Chico Xavier,           

segunda-feira, 11 de março de 2013

Imperativos Cristãos



Aprende — humildemente.
Ensina — praticando.
Administra — educando.
Obedece — prestativo.
Ama — edificando.
Teme — a ti mesmo.
Sofre — aproveitando.
Fala — construindo.
Ouve — sem malícia.
Ajuda — elevando.
Ampara — levantando.
Passa — servindo.
Ora — serenamente.
Pede — com juízo.
Espera — trabalhando.
Crê — agindo.
Confia — vigiando.
Recebe — distribuindo.
Atende — com gentileza.
Coopera — sem apego.
Socorre — melhorando.
Examina — salvando.
Esclarece — respeitoso.
Semeia — sem aflição.
Estuda — aperfeiçoando.
Caminha — com todos.
Avança — auxiliando.
Age — no bem geral.
Corrige — com bondade.
Perdoa — sempre.

Do livro: Agenda Cristã
Autor: Francisco Cândido Xavier
Pelo espírito: André Luiz

Imperativos Cristãos Perdoa sempre


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segunda-feira, 4 de março de 2013

O Abraço Salvador De Vidas


O Abraço Salvador De Vidas

Já se comprovou que todos necessitamos de contato físico para nos sentirmos bem, e uma das formas mais importantes de contato físico é o abraço.

Quando nos tocamos e nos abraçamos, levamos vida aos nossos sentidos e reafirmamos a confiança nos nossos próprios sentimentos. Algumas vezes NÃO encontramos as palavras adequadas para expressar o que sentimos; o abraço é a melhor maneira.

Há vezes que não nos atrevemos a dizer o que sentimos, seja por timidez ou porque os sentimentos nos avassalam; nesses casos pode-se contar com o idioma dos abraços.

Os abraços, além de nos fazerem sentir bem, empregam-se para aliviar a dor, a depressão e a ansiedade. Provocam alterações fisiológicas positivas em quem toca e em quem é tocado.

Aumenta a vontade de viver aos enfermos. É importante saber que: Os abraços são necessários para o desenvolvimento, manter-se são e para crescer como pessoa.

O que nos dá um abraço?

PROTEÇÃO O sentir-se protegido é importante para todos, mas é-o mais para as crianças e mais velhos, que frequentemente dependem do amor de quem os rodeia.

SEGURANÇA Todos necessitamos de nos sentirmos seguros. Se não o conseguimos, actuamos de forma ineficaz e as nossas relações interpessoais declinam.

CONFIANÇA A confiança faz-nos avançar quando o medo se impõe ao nosso desejo de participar com entusiasmo em algum desafio da vida.

FORÇA Quando transferimos a nossa energia com um abraço, as nossas próprias forças aumentam.

SAÚDE O contato físico e o abraço partilham uma energia vital capaz de sanar ou aliviar enfermidades

AUTO - VALORIZAÇÃO Através do abraço podemos transmitir uma mensagem de reconhecimento do valor e excelência de cada indivíduo.

Esta é uma fotografia de um artigo das «Selecções», que se chama “O abraço salvador” e relata um episódio da vida de duas gémeas, cujos primeiros dias foram passados em suas respectivas incubadoras, sendo que para uma delas não havia esperança de que sobrevivesse.

A enfermeira chefe da unidade, contra todas as regras existentes, decidiu juntar as duas irmãs, e aquilo que aconteceu foi verdadeiramente espantoso e comovente: a bebé que se encontrava bem, abraçou a sua irmãzinha moribunda, conseguindo, com o calor do seu corpo, o milagre de lhe regular a temperatura e pulso, o que permitiu estabilizar o ritmo cardíaco da sua gémea...


Aqui fica este testemunho da importância de um abraço e do bem que este pode fazer...

... já abraçaste alguém hoje? : )

UM ABRAÇO

  Faz e Diz Muitíssimo; abraça o teu amigo, abraça os teus entes queridos, abraça as tuas crianças, abraça o teu animal de estimação…

ABRAÇA-OS A TODOS! Este abraço é todinho para ti…. DISFRUTA-O!


O Abraço Salvador De Vidas Já abraçaste alguém hoje?


Tags: Abraço, Amor, , Carinho, Amizade, Família,

sexta-feira, 1 de março de 2013

Palavras Que Curam


Palavras Que Curam

Tu, que estás lendo, podes curar a ti mesmo e aos teus semelhantes pelo poder sem limites da palavra falada e escrita.
Ela pode ser um catalisador de forças que até então desconheces. Usa esse dom divino que o teu coração guarda, acionando-o pela mente.
Miramez

Aprendemos com todos os mestres espirituais da humanidade que as palavras criam nosso destino e, portanto, criam também a nossa saúde ou doença. A palavra, quando repetida com sentimento, cria um campo magnético poderoso capaz de atrair a ideia expressada Jesus esclareceu;
“Ainda não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce para o ventre, e é lançado fora? Mas o que sai da boca procede do coração, e isso contamina o homem.”

Palavras são como sementes; existem as positivas e as negativas.

Nós escolhemos quais delas alimentar. Vamos analisar o nosso vocabulário, carecemos observar o que esta saindo da nossa boca, a fim de eliminar palavras e frases altamente doentias como;
- ainda morro disso...
- sofro de um terrível mal...
- meu organismo é fraco...
- minha saúde não vai bem...
- estou muito doente...
- se melhorar, estraga...
- estou piorando a cada dia...

Todo o processo de cura se estabelece na mente, passa pela boca e se completa no coração. Evite também palavras maledicentes, palavras que abrem fendas, que machucam o próximo, pois tudo isso será um veneno para nós mesmos.

Utilize frases que são verdadeiros remédios para a alma;
- sinto-me cada vez melhor;
- meu corpo é abençoado por Deus;
- sou suficientemente forte para superar a enfermidade;
- a força divina me cura de todos os males;
- meu organismo é muito forte;
- eu sou luz, força e poder;

É verdade que toda cura começa na mente, mas passa também pelo que sai da nossa boca. Por isso fale somente o bem, tenha boas palavras para consigo mesmo para com o próximo e para com médicos, enfermeiros, familiares e amigos, pois assim estará educando o seu corpo com a sabedoria das suas palavras.
Palavras são como sementes;
existem as positivas e as negativas
Nós escolhemos quais delas alimentar.

Autor: José Carlos de Lucca
Livro: O Médico Jesus
Palavras Que Curam Utilize frases que são verdadeiros remédios para a alma


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